Para mais actualizações, consulte por favor http://uniseti.blogspot.pt.

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A actriz Maria Clementina Pereira, aluna da UNISETI desde a primeira hora, e depois também professora, lançou um livro que resulta da pesquisa que realizou, durante alguns anos, sobre a temática do teatro amador em Setúbal ao longo do século vinte. Foi no passado sábado, dia 21, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Setúbal.

Estiveram presentes para usar da palavra a Drª. Maria das Dores Meira, presidente da edilidade, o reitor da Universidade Sénior de Setúbal, Dr. Brissos Lino, a Drª. Maria Helena Fragoso de Mattos, que reviu o texto, o actor Ruy de Matos, que prefaciou a obra, e a autora.

Intervieram ainda duas figuras incontornáveis do teatro em terras do Sado – Manuel Bola e Odete Santos, que também fez carreira política, o primeiro com uma reflexão sobre a essência do teatro e a segunda com uma interpretação de Gil Vicente – “O pranto de Maria Parda”.

Abrilhantaram a sessão Pedro Pereira e um outro colega músico, tendo a sessão terminado com um Moscatel de Honra.

Este livro resulta de um trabalho de dissertação efectuado no âmbito do Centro de Estudos Pós-graduados da universidade (CEP/UNISETI), que foi concluído e defendido em 2012.

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Fotos: Quaresma Rosa.

No passado domingo, Dia de Bocage, realizou-se a cerimónia de assinatura do Protocolo de cedência das instalações do Bonfim, entre a Câmara Municipal e a UNISETI.

O Reitor, Dr. Brissos Lino, mencionou na sua intervenção, em nome da Universidade Sénior de Setúbal, a justiça deste acto, tendo em conta a evolução e a natureza social desta instituição, agradecendo à CMS a cedência das instalações.

No seu discurso, a Presidente da autarquia, Drª. Maria das Dores Meira, reconheceu o excelente trabalho desenvolvido pela UNISETI, em benefício da população sénior e da cultura local.

Seguiu-se um Moscatel de Honra.

Entra-se agora numa nova fase da vida da instituição.

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Fotos: Quaresma Rosa.

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Faleceu hoje o actor Fernando Guerreiro, de doença prolongada. Um grande homem das artes de Setúbal, com um percurso feito no teatro, primeiro como amador e depois já na qualidade de profissional.

Embora nunca tivesse sido nosso aluno ou docente, mas colaborava em muitas das iniciativas da nossa universidade, sempre que necessitávamos dele, em particular como excelente diseur de poesia que era e que a todos deliciava com a sua expressividade e emoção.

Deixa muitas saudades. Os nossos pêsames à família e amigos.

Ter um cão pode manter os idosos mais saudáveis

Ter um cão pode ajudar os indivíduos a manterem-se fisicamente ativos e saudáveis à medida que envelhecem. A conclusão é de um novo estudo norte-americano, que revela que os idosos que passeiam regularmente os seus amigos de quatro patas tendem a apresentar maior resistência e bem-estar físico.
O estudo, desenvolvido por Kimberlee Gretebeck, da Faculdade de Enfermagem da Universidade de Wisconsin-Madison, nos EUA, analisou 1.100 homens e mulheres com idades entre os 65 e os 95 anos, a maioria dos quais eram casados ou viúvos e 14,7% dos quais tinham um cão.
Os participantes deram a conhecer os seus hábitos ao nível do exercício físico e a dificuldade sentida em atos como subir as escadas, levantar pesos, sentar-se e levantar-se numa cadeira e desempenhar tarefas domésticas leves e pesadas.
Gretebeck observou que aqueles que tinham cães e passeavam com eles regularmente apresentavam uma probabilidade muito maior de sentir menos dificuldades na realização deste tipo de tarefa em comparação com os que não tinham um animal ou não faziam caminhadas regulares.
De acordo com um comunicado divulgado pela universidade, o facto de se ter um cão e a responsabilidade em relação ao animal tende a aumentar a frequência das caminhadas feitas pelos idosos, gerando um impacto positivo na sua resistência.
A investigadora constatou que aqueles que tinham cães e os passeavam andavam mais e com mais frequência, além de fazer mais atividade física e de apresentarem uma atitude mais positiva do que os restantes.
Cães são bons parceiros de exercício
Ou seja, os cães são não apenas bons companheiros, mas também uma boa ajuda para os idosos se manterem saudáveis e ativos. “Ainda assim, só ter um cão não é suficiente”, alerta Gretebeck. “É preciso levá-lo a passear para que tanto o animal como o dono possam desfrutar dos benefícios”, acrescenta.
Por ter trabalhado durante vários anos em unidades de cuidados intensivos e urgências, Gretebeck testemunhou de perto a diferença que o exercício pode fazer na vida dos pacientes mais velhos, já que aqueles que se exercitam são, por norma, mais indepentes e saudáveis, ao passo que os menos ativos tendem a apresentar-se deprimidos e a sofrer com doenças crónicas como a diabetes.
Portanto, o simples facto de se ter um cão e de passear com ele com regularidade pode ser altamente benéfico, conclui Gretebeck. Ainda assim, segundo a investigadora, há várias barreiras que os idosos continuam a ter de ultrapassar, nomeadamente tratar de cônjuges doentes, lidar com problemas de saúde crónicos e ajudar com os netos.
Fonte: Boas Notícias.

Getty Images Brasil

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Publicado no IDG Now!

 

Segundo pesquisa do Pew Institute, 43% dessa população está usando intensivamente sites como Facebook, Twitter e Google+.

 

Um novo estudo Internet Life do Pew Institute, mostra que 43% da população de adultos com 65 anos ou mais usam intensivamente redes sociais como Facebook, Twitter e Google+. Esse número representa um salto gigantesco com relação a 2006 quando, segundo o mesmo instituto, apenas 1% dessa mesma população utilizava sites de redes sociais.

O estudo mostra que desde 2009 as taxas de adesão às redes sociais pelos adultos acima de 65 anos têm triplicado.

Vários outros grupos de faixas etárias diferentes também aumentaram sua presença na mídia social. A audiência de adultos com idades entre 50 e 64 anos por exemplo, já representa 60% da população total nessa faixa etária. Entre as pessoas de 30 a 49 anos, o percentual de adoção cresceu exponencialmente, saltando de meros 7% em 2009 para 78% em 2013, segundo o estudo.

Um dos autores do estudo, Aaron Smith, diz que há vários fatores levando ao aumento da adoção entre representantes da terceira idade. A possibilidade de manter contato com membros da família que vivem distantes, acessando fotos e vídeos; a oportunidade de reatar relacionamento com amigos há muito perdidos e a conexão com pessoas com mesmos interesses e hobbies são três fatores que contribuem bastante, diz o pesquisador.

No geral, 72% dos adultos acima de 18 está usando redes sociais hoje nos Estados Unidos, diz o estudo, contra 67% do ano passado.

O Twitter foi analisado pela primeira vez individualmente pelo estudo da Pew e descobriram que 18% dos adultos online acima de 18 anos utiliza o microblog, contra 8% em 2010. Adultos mais velhos também estão entre os mais ativos no Twitter também. Entre as pessaos com idade de 50 a 64 anos, 13% usa o site, contra 6% em 2010. Na faixa dos 30 aos 49 anos, 17% usam o Twitter, contra 6% há três anos. E as pessoas acima de 65 anos têm menos afinidade, representando apenas 5% da base dos usuários nessa faixa etária conectados a redes sociais.

O estudo foi baseado em entrevistas por telefone feitas entre abril e maio deste ano, com uma amostra de mais de 2,2 mil adultos com 18 anos ou mais.

 

Fonte: Pavablog.

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