592 Carlos Vaz

 

Constatei como uma Boa Surpresa a inclusão no Currículo da UNISETI/Setúbal de algumas iniciativas com origem no “MOVIMENTO DOS MAIS VELHOS”. Para começar uma abordagem ao Tema Caminhadas.

CAMINHADAS (AEC – actividade extra-curricular)

Tenho praticado Desporto, de forma regular, ao longo de toda a Vida.

Ginástica, Futebol, Ciclismo, Tenis, Natação, Andebol, Basquet, Atletismo, Corrida e nos últimos 10 anos ,Golf mas, sobretudo, Caminhadas.

Tenho assim alguma experiência mas nunca escrevi um livro.

No entanto leio bastante sobre estes temas e permita-me que dê mais substância ao Tema Caminhadas para Informação/Formação dos eventualmente interessados, citando alguns Autores Credenciados. Todas as Boas Práticas assentam, normalmente, em Boas Teorias.

Hoje começo com o Professor Jean – Claude Rodet que define

O QUE É CAMINHAR?

É a Acção simples e banal de pôr um pé à frente do outro para se deslocar. É o mais antigo meio de locomoção da Humanidade e permanece ainda hoje o meio de deslocação mais bem adaptado ao Homem.

Desde os seus primeiros passos, a criança descobre o mundo a caminhar. Na adolescência, muitos jovens partem, de mochila às costas, com uma imensa sede de descoberta e experiências.

Os adultos caminham por diversas razões: obter ou conservar uma boa forma fisica, descontrair-se, perder peso, Trabalhar, passear o cão, conhecer Pessoas, visitar amigos – uma viagem à conquista de novas descobertas ou uma procura espiritual. A marcha é necessária e útil a todos. É, pode dizer-se, um movimento vital.

A marcha faz parte das etapas evolutivas próprias do ser humano:

– A fase motora (deslocar-se)

– A fase mental (falar)

– A fase psíquica (pensar)

Estas etapas sobrepõem-se e entrelaçam-se de forma complexa e continua, ao ponto de se poder dizer agora que a aprendizagem da marcha prepara a aprendizagem da linguagem e o despertar intelectual. Quando somos adultos, a marcha (expressão cultural) acompanha admiravelmente a expressão mental (o espírito é mais vivo nas Pessoas que se mexem)  e torna o intelecto mais criativo, ao passo que a imobilidade física leva geralmente ao torpor físico.” –

Voltarei ao Tema.

Com os meus melhores cumprimentos,

Carlos Vaz

Professor de Life Style